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sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Teste Intermédio de Matemática A (12º Ano) de 29/11/2013: informações
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Testes Intermédios 2013/14 - Calendário oficial
AQUI está ele!
Agora ficamos, pacientemente, a aguardar as informações específicas relativas a cada uma das provas.
Devem ir aparecendo a conta-gotas (como as más notícias do orçamento para 2014).
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Se as autárquicas tivessem sido legislativas
Suponhamos que:
- As eleições de domingo passado tinham sido legislativas.
- Os votantes e os abstencionistas tinham sido os mesmos.
- O sentido de voto dos eleitores se mantinha.
Como teria ficado a composição da Assembleia da República?
No que se segue, além dos pressupostos anteriores, considera-se que PSD e CDS concorrem em coligação. Assumem-se como votos desta coligação os votos obtidos por estes dois partidos individualmente, bem como, todos os votos das coligações em que, pelo menos, um deles participou.
Na Madeira, consideram-se como votos do PS os votos que este partido obteve quer individualmente quer em coligação.
O número de mandatos em disputa em cada círculo eleitoral refere-se ao das legislativas de 2011 (excluem-se os círculos Europa e Fora da Europa).
Distribuição de mandatos:
| Círculo Eleitoral | PS | PSD/CDS | PCP - PEV | BE | Gr Cidadãos | Total |
| Viana do Castelo | 3 | 3 | 6 | |||
| Braga | 8 | 9 | 1 | 1 | 19 | |
| Porto | 15 | 15 | 2 | 1 | 6 | 39 |
| Vila Real | 2 | 3 | 5 | |||
| Bragança | 1 | 2 | 3 | |||
| Aveiro | 6 | 10 | 16 | |||
| Viseu | 4 | 5 | 9 | |||
| Guarda | 2 | 2 | 4 | |||
| Coimbra | 5 | 4 | 9 | |||
| Castelo Branco | 2 | 2 | 4 | |||
| Leiria | 4 | 5 | 1 | 10 | ||
| Santarém | 5 | 4 | 1 | 10 | ||
| Portalegre | 1 | 1 | 2 | |||
| Lisboa | 20 | 13 | 8 | 2 | 4 | 47 |
| Setúbal | 5 | 2 | 9 | 1 | 17 | |
| Évora | 1 | 2 | 3 | |||
| Beja | 2 | 1 | 3 | |||
| Faro | 4 | 4 | 1 | 9 | ||
| Açores | 3 | 2 | 5 | |||
| Madeira | 2 | 3 | 1 | 6 | ||
| Total | 95 | 89 | 26 | 4 | 12 | 226 |
Composição da Assembleia da República:
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O resultado da avaliação da troika
Pouco ficamos a saber pois Portas não é como Gaspar. Portas apenas nos diz aquilo "que precisamos de saber". E diz pouquinho de cada vez. A regra é que a informação deve ser passada na medida do estritamente necessário. E, já agora, que as más notícias fiquem para o Passos!
Fica AQUI uma síntese do Público com o que parece ser, na generalidade, a austeridade de 2014.
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domingo, 29 de setembro de 2013
Uma 2ª-feira de regresso à realidade
Amanhã a realidade vai cair-nos em cima.
A nuvem que a escondeu durante os últimos tempos está a dissipar-se. O foguetório da campanha das autárquicas terminou. Voltará a troika (que esteve sempre cá) e as más notícias do deficit e da dívida.
É tempo de sabermos quanto dinheiro do pouco que já recebemos nos vão voltar a tirar.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Autárquicas 2013 - sondagens
Lisboa: António Costa reforça maioria absoluta - Politica - DN
Porto: Rui Moreira à frente com 29% - Politica - DN
Sintra: Basílio Horta (PS) lidera com 30% - Politica - DN
Vila Nova de Gaia: PS vence, PSD arrasado - Politica - DN
Braga: Ricardo Rio distancia-se do PS - JN
Matosinhos: Parada cresce e ameaça Guilherme - JN
Gondomar: PS absoluto com saída de Valentim Loureiro - JN
Vila Real: PS e PSD em luta taco a taco - JN
Porto: Rui Moreira à frente com 29% - Politica - DN
Sintra: Basílio Horta (PS) lidera com 30% - Politica - DN
Vila Nova de Gaia: PS vence, PSD arrasado - Politica - DN
Braga: Ricardo Rio distancia-se do PS - JN
Matosinhos: Parada cresce e ameaça Guilherme - JN
Gondomar: PS absoluto com saída de Valentim Loureiro - JN
Vila Real: PS e PSD em luta taco a taco - JN
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Calendário dos testes intermédios 2013/14
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
Alguém pode informar?
Diz o Decreto-Lei n.º 102/2013 de 25 de Julho, no seu Artigo 26º, que "O IAVE, I.P., sucede nas atribuições do Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE)". Já sucedeu? O GAVE ainda existe?
Diz ainda o referido decreto, agora no seu artigo 25º, que "O IAVE, I.P., disponibiliza ao público na sua página eletrónica os estudos, pareceres e relatórios elaborados no âmbito da sua atividade". Alguém sabe qual é o endereço da referida página?
E já agora, este ano continuaremos a ter testes intermédios?
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sábado, 21 de setembro de 2013
Desemprego: compreender as estatísticas do Eurostat
Unemployment levels and rates move in a cyclical way, largely related to the general business cycle. However, other factors such as labour market policies and demographic developments may influence the short and long-term evolution as well.
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Sobre a nova prova de Inglês
O País educativo foi esta semana surpreendido com o despacho que implementa, já este ano, "os testes diagnóstico de Inglês, doravante designados por provas" (tal como aparece exarado no dito despacho).
Ao ouvir a notícia, o primeiro pensamento foi o de que o Ministro lá conseguiu mais um exame para os alunos fazerem. Afinal é mesmo disso que ele gosta, pôr a malta a fazer exames. Mas não é bem assim, isto é mais rebuscado do que à primeira vista parece. Ora vejamos:
Neste mundo actual e no contexto de uma globalização que todos os dias nos confronta, parece-me clara a importância da aprendizagem das línguas estrangeiras, em particular, do Inglês. As competências nesta língua tornaram-se extremamente importantes como factor de sucesso futuro dos cidadãos portugueses. Num país que vive muito do turismo e que agora convida os seus a emigrarem, a falta destas competências é determinante para um futuro profissional, social e económico mais sombrio.
A União Europeia tornou também clara a necessidade de certificar estas competências linguísticas. Por isso existe o Quadro Europeu Comum de Referência para as línguas. Julgo que a principal intenção do despacho é precisamente esta, a da certificação.
Atendendo aos dois parágrafos anteriores parece então compreender-se o que pretende o Ministro.
No entanto, quando penso no assunto com mais profundidade, surgem-me algumas questões.
A primeira é relativa ao timing do despacho. Mais uma vez, fazem-se as coisas em cima da hora. Decreta-se uma prova já para o próprio ano lectivo. Nada a que não estejamos já habituados, mas que continua a ser uma péssima prática.
Depois, dou comigo a pensar que os alunos têm Inglês desde o 5º até ao 11º anos de escolaridade (alguns até têm mais anos pois já iniciaram no 1º ciclo do ensino básico). No final do 12º Ano obtêm um certificado de estudos de nível secundário. Não servirá isto para nada ao nível da certificação das competências nas línguas?
Penso ainda na entidade designada para o processo. Obviamente que não se coloca em causa a Universidade de Cambridge, cuja competência é reconhecida mundialmente. O que se questiona é o porquê e o como de ter sido ela a escolhida. Realizou-se algum concurso público para o efeito? As Universidades portuguesas que leccionam cursos de línguas foram convidadas para assumir este papel? Como tudo isto se processou?
Esta questão é de extrema importância pois trata-se de uma entidade externa ao Ministério a participar num processo de avaliação de alunos. Agora que o GAVE foi (ou vai ser) substituído na supervisão da avaliação externa dos alunos, será este um exemplo de como o processo de elaboração das provas de exame vai funcionar?
Finalmente, a constatação de uma realidade que tem estado subjacente à acção deste Ministro. Já sabíamos que o Ministério tem pouca consideração pelos professores dos ensinos básico e secundário (até porque são funcionários públicos!). Começa agora a ficar claro que o Ministério não tem confiança nenhuma em quem os formou. A frase "não se pode ensinar bem o que não se sabe bem", sendo uma verdade de La Palice, ilustra bem o pensamento do Ministro em relação ao que as universidades produzem.
Esta prova de Inglês é outro atestado de incompetência às universidades portuguesas, agora às de línguas, passado por este Ministro.
Pensões
Aqui encontra uma síntese sobre o novo regime das pensões dos funcionários públicos, o principal alvo a abater deste governo.
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Sugestões da Casa das Ciências
Sugestões de recursos educativos disponíveis na Casa das Ciências.
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Número de alunos por turma em 2011
Fonte: Eurostat
OBS:
ISCED significa "International Standard Classification of Education". O nível 2 corresponde aos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico em Portugal, "The lower secondary level of education".
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Aos que saíram
Soube há pouco tempo que entre os 6000 que estão para sair (ou que já saíram) estão alguns colegas com quem trabalhei durante muitos anos. Sem os nomear, recordo-os hoje aqui. Sinto que uma parte de mim foi com eles e que, por isso, perco alguma da sua alegria, tão necessária nestes tempos difíceis para se ser professor.
Fica aqui a minha simples homenagem.
Bem hajam!
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Castelos na areia
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sábado, 27 de julho de 2013
Comentário aos critérios de classificação do Exame Nacional de Matemática A (635) - 2013 - 2ª Fase
Uma vez publicado o "Documento GAVE" desta prova, não posso deixar de comentar o que me parecem ser incoerências entre o que se apregoa nas formações de classificadores e aquilo que se faz, na prática, na elaboração dos itens das provas de exames e dos respectivos critérios específicos de classificação.
Refiro-me, especificamente a dois itens desta prova:
Item 6.
Dizem os documentos das ditas formações, entre muitas outras coisas, o seguinte:
"O item e os critérios de classificação devem estar articulados de forma a permitirem uma maior objetividade na classificação das respostas";
"A articulação entre cada item e o respetivo critério de classificação deverá ser tão elevada quanto possível";
"A sua (do critério) formulação deve ser tão exaustiva quanto possível, (...), correspondendo à formulação do item, às instruções e orientações que nele são fornecidas para a realização da tarefa solicitada".
Ora, o enunciado do item 6, solicita ao examinando duas coisas apenas. Que apresente o(s) gráfico(s) e que indique o valor da área do triângulo (nem sequer pede que a calcule) com um determinado arredondamento. Quando analisamos os critérios de avaliação do item, quer no 1º processo quer no 2º, descobrimos que, afinal, eram necessárias mais coisas na resposta.
Conclusão: não existiu articulação entre o item e os critérios.
Evidências: ou o item foi mal construído, ou os critérios foram mal elaborados ou ambas as situações se verificaram.
Remédio: a orientação que consta do "Documento GAVE" para a classificação deste item.
Louva-se a existência de remédio mas critica-se o sucedido.
Item 3.2.
Trata-se de um item de composição matemática com formulação habitual em provas de exame. Coloca-se uma determinada situação ou problema e apresenta-se também a respectiva resposta. O objectivo é que o examinando explique, numa composição, o porquê dessa resposta.
Também é habitual que o critério de classificação destas composições seja por níveis de desempenho. Tais níveis avaliam não só a dimensão específica da disciplina (neste caso a Matemática) mas também o domínio da Língua Portuguesa.
No que respeita especificamente à disciplina, enumera-se no critério de classificação um conjunto de pontos que o examinando deve contemplar na sua resposta. No caso do item 3.2. enumeram-se 5 pontos cuja explicação deveria constar da resposta.
Para não me alongar mais, abstenho-me de comentar a questão (importante) que se refere ao que se deve considerar como mínimo para satisfazer a explicação de cada um dos 5 pontos. Prefiro focar a atenção na análise dos pontos 2 e 5, ambos relativos a "explicar a razão pela qual o produto de ...". Tal análise revela uma trivialidade: a explicação é exactamente a mesma!
Aliás basta ler a situação apresentada no "Documento GAVE" para constatar esta evidência.
Conclusão: estamos em presença de redundância, isto é, de repetição. No mesmo item, pergunta-se a mesma coisa duas vezes.
Evidências: ou o item foi mal construído, ou os critérios foram mal elaborados ou ambas as situações se verificaram.
Remédio: acho que aqui não há!
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Esclarecimentos aos critérios de classificação do Exame Nacional de MACS (835) - 2013 - 2ª Fase
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Prova de Avaliação de Conhecimentos, Capacidades e Competências
O Governo Sócrates inventou a "prova de avaliação de conhecimentos e competências" para quem pretender ingressar na carreira docente, isto é, ser professor. Sócrates legislou mas nunca aplicou.
O Governo Passos quer agora terminar o que Sócrates iniciou. Quer aplicar. Mas antes vai legislar, outra vez. E aproveita para acrescentar as "capacidades".
Diz a proposta da reformulação do Decreto que esta prova "visa verificar o domínio de conhecimentos, capacidades e competências fundamentais para o exercício da função docente".
Estranho a verificação de competências por parte de alguém que aboliu as ditas competências dos documentos que regulam o processo de aprendizagem dos alunos. Mas afinal verificam-se e avaliam-se ou não competências? Nos alunos não se verificam competências mas nos (candidatos) a professores sim? Terá a ver com a idade?
Estranho ainda que esta prova seja aplicada a quem é possuidor de uma licenciatura ou mestrado, em particular, nos casos em que esse grau académico tem a vertente de ensino ou ramo educacional, isto é, em que o estágio pedagógico já se realizou no âmbito da própria licenciatura ou mestrado. Estranho ainda mais a componente específica da prova. Vamos perguntar a um licenciado (ou mestrado) em Matemática se sabe Matemática.
O que esta prova quer dizer é uma coisa muito simples, mas muito grave: os Ministérios da Educação dos Governos de Sócrates e de Passos não ratificam os conhecimentos, as capacidades e as competências validadas pelas instituições de ensino superior.
É como dizer a um licenciado em medicina que para exercer num hospital público tem que provar que é médico. Não chega que a universidade que disse que ele era médico o afirme. Alguém (quem?) a cima dela terá de fazer essa verificação.
Trata-se de um verdadeiro atestado de incompetência às instituições de ensino superior, em especial, às que ministram cursos de formação de professores.
Se esta prova acontecer, isto é, se conseguir ir para além do papel (e estar no papel já é suficientemente grave) então proponho também que, em moldes semelhantes a esta, seja elaborada uma prova a aplicar a todos os candidatos a Deputados, Ministros, Secretários de Estado, Assessores, Adjuntos, Presidentes de Câmaras ou de Freguesias e demais cargos, exercícios ou lugares da Administração Pública.
O País só ficaria a ganhar com verificação dos conhecimentos, capacidades e competências fundamentais para o exercício do governo do País destes candidatos. Até agora nem sequer uma "simples" universidade o fez.
Talvez acrescentasse até mais algumas verificações a efectuar!
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