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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Atordoadas de Ministros
O discurso agora é que os professores dão maus exemplos aos alunos. Ouvi esta buzina pela boca de três Ministros. Resolveram, agora sem subterfúgios, encetar uma cruzada de propaganda contra esses funcionários públicos que ainda por cima são professores (ou querem ser).
No mesmo dia em que, mais uma vez, o Governo deu prova da sua incompetência. Ver um diploma chumbado uma vez até pode acontecer. Duas, já dá que pensar! Três, tem que ser mesmo incompetência (excluo a outra hipótese, que é premeditação).
Tal como o Ministro Maduro eu também imagino.
Imagino o que qualquer Português que estava a ouvir as palavras destes Ministros poderá ter pensado:
Que validade têm os exemplos fundamentados na incompetência?
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Ódio aos professores e à Escola Pública
"Queremos ter nas salas de aula os melhores professores", disse o Ministro.
Falta saber de que salas de aula estará ele a falar. Talvez salas das escolas privadas.
Eu diria antes: "Queremos ter nas salas de aula professores".
E acrescentava: "Queremos ter no Governo os melhores governantes".
E, já agora, não há por aí uma "provazita" (feita não sei por quem) para estes senhores resolverem antes de entrarem na carreira da política?
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A prova foi chumbada!
E este Ministro também!
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013
IAVE/MEC citado pelo TAF do Funchal
IAVE/MEC citado pelo TAF do Funchal (segundo a FENPROF)
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sábado, 14 de dezembro de 2013
PACC
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Aos que saíram
Soube há pouco tempo que entre os 6000 que estão para sair (ou que já saíram) estão alguns colegas com quem trabalhei durante muitos anos. Sem os nomear, recordo-os hoje aqui. Sinto que uma parte de mim foi com eles e que, por isso, perco alguma da sua alegria, tão necessária nestes tempos difíceis para se ser professor.
Fica aqui a minha simples homenagem.
Bem hajam!
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quarta-feira, 24 de julho de 2013
Prova de Avaliação de Conhecimentos, Capacidades e Competências
O Governo Sócrates inventou a "prova de avaliação de conhecimentos e competências" para quem pretender ingressar na carreira docente, isto é, ser professor. Sócrates legislou mas nunca aplicou.
O Governo Passos quer agora terminar o que Sócrates iniciou. Quer aplicar. Mas antes vai legislar, outra vez. E aproveita para acrescentar as "capacidades".
Diz a proposta da reformulação do Decreto que esta prova "visa verificar o domínio de conhecimentos, capacidades e competências fundamentais para o exercício da função docente".
Estranho a verificação de competências por parte de alguém que aboliu as ditas competências dos documentos que regulam o processo de aprendizagem dos alunos. Mas afinal verificam-se e avaliam-se ou não competências? Nos alunos não se verificam competências mas nos (candidatos) a professores sim? Terá a ver com a idade?
Estranho ainda que esta prova seja aplicada a quem é possuidor de uma licenciatura ou mestrado, em particular, nos casos em que esse grau académico tem a vertente de ensino ou ramo educacional, isto é, em que o estágio pedagógico já se realizou no âmbito da própria licenciatura ou mestrado. Estranho ainda mais a componente específica da prova. Vamos perguntar a um licenciado (ou mestrado) em Matemática se sabe Matemática.
O que esta prova quer dizer é uma coisa muito simples, mas muito grave: os Ministérios da Educação dos Governos de Sócrates e de Passos não ratificam os conhecimentos, as capacidades e as competências validadas pelas instituições de ensino superior.
É como dizer a um licenciado em medicina que para exercer num hospital público tem que provar que é médico. Não chega que a universidade que disse que ele era médico o afirme. Alguém (quem?) a cima dela terá de fazer essa verificação.
Trata-se de um verdadeiro atestado de incompetência às instituições de ensino superior, em especial, às que ministram cursos de formação de professores.
Se esta prova acontecer, isto é, se conseguir ir para além do papel (e estar no papel já é suficientemente grave) então proponho também que, em moldes semelhantes a esta, seja elaborada uma prova a aplicar a todos os candidatos a Deputados, Ministros, Secretários de Estado, Assessores, Adjuntos, Presidentes de Câmaras ou de Freguesias e demais cargos, exercícios ou lugares da Administração Pública.
O País só ficaria a ganhar com verificação dos conhecimentos, capacidades e competências fundamentais para o exercício do governo do País destes candidatos. Até agora nem sequer uma "simples" universidade o fez.
Talvez acrescentasse até mais algumas verificações a efectuar!
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Prova
quarta-feira, 12 de junho de 2013
O que fica claro
Concorde-se ou não com as greves, adira-se ou não a elas, dois factos ficam (mais uma vez) evidentes:
- Este Ministro, tal como outros que o antecederam, o que gostava era de não ter professores.
- Este Governo não sabe perder. E quando isso acontece, aproveita o que tem à mão para se vingar.
Dá ideia de que o que eles gostavam era de ter um estado sem recursos humanos para gerir. Não havia funcionários públicos. Nem reformados. Era tudo por subcontratação, tal como os homens do betão tão habilmente sabem fazer. O mais "amigo" levava o contrato!
Mas, se assim fosse, faria sentido haver Governo e governantes?
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
Os exemplos dos países do norte
"Actualmente, os professores dinamarqueses passam uma média de 16 horas semanais nas salas de aulas".
In Público Online
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