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domingo, 29 de setembro de 2013

Uma 2ª-feira de regresso à realidade

Amanhã a realidade vai cair-nos em cima.
A nuvem que a escondeu durante os últimos tempos está a dissipar-se. O foguetório da campanha das autárquicas terminou. Voltará a troika (que esteve sempre cá) e as más notícias do deficit e da dívida.
É tempo de sabermos quanto dinheiro do pouco que já recebemos nos vão voltar a tirar. 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Vale a pena escutar ...

A opinião de Pacheco Pereira sobre o que está a acontecer neste País:

Demissões no Governo

Parece que o circo desceu à cidade. Inimaginável!
Para estes políticos o País vem sempre depois.
Talvez hoje haja mais uma demissão. Ou não.
Já tudo é possível!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Demissão de Gaspar

Verifica-se, mais uma vez, a regra:
O prazo de validade de um Ministro das Finanças em Portugal é de, aproximadamente, 2 anos.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

O verdadeiro alvo das palavras do Presidente

"Reafirmo a minha profunda convicção de que Portugal não está em condições de juntar uma grave crise política à crise económica e social em que está mergulhado".
Estas palavras de Cavaco Silva, no seu discurso do passado 25 de Abril, foram interpretadas por muitos como um sério aviso a Seguro para que este resfriasse os seus ânimos quanto à perspectiva, imediata, de haver eleições. E, na realidade, foi este um dos objectivos do Presidente.
Ontem percebemos, no entanto, que as palavras de Cavaco (que, às vezes, só muito mais tarde se compreendem) tinham um duplo destinatário. Mais do que a Seguro, Cavaco estava a falar a Portas. Tal como na TSU, Cavaco tudo fará para que Portas continue amarrado ao Governo.
Conseguirá segurá-lo em 2014, logo após o avião, que levará os homens da troika embora, ter descolado da Portela?

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Menezes, Seara e Relvas, três tiros nos pés

A forma como o PSD geriu os casos destes três senhores pode ser considerada um bom exemplo de como não se deve fazer política. Em todos eles há um denominador comum: os interesses individuais e/ou os compromissos assumidos, nomeadamente aquando das eleições para o partido, sobrepõem-se à razão, à competência, ao que deve ser feito e aos interesses do próprio partido.
O caso de Relvas é exemplar. Foi ele quem trabalhou para que Passos fosse eleito líder do PSD. Foi Relvas que "mexeu os cordelinhos" da máquina partidária. Passos devia-lhe isso. Por isso o fez ministro. Por isso o aguentou este tempo todo (embora continue a achar que se a RTP não existisse, o Sr. continuaria a ser ministro e nunca se teria sabido que, afinal, o "Dr" atrás do seu nome não valia).
Nessas mesmas eleições para a liderança do PSD, Menezes coordenou os votos a norte (embora na Concelhia do Porto tenha perdido), ao mesmo tempo que aproveitava para se vingar daqueles que nunca o respeitaram como líder do Partido. Menezes apressou-se a dizer que era candidato ao Porto, colocando a "batata quente" do lado de Passos. Este já há muito que deveria ter dito aos seus correlegionários: "Olhem lá, a gente não concorda com a limitação de mandatos, mas devemos respeitar a Lei. Caso contrário, vamos ser vistos como chicos-espertos que arranjaram uma forma de a contornar".
Não o fez. Talvez por falta de visão política. Talvez porque tinha de alimentar quem o suportava. Talvez porque acreditava que estes senhores dariam votos para ganhar câmaras municipais.
Seja como for, duas coisas são certas:
- O desgaste provocado por Relvas deixou marcas que dificilmente serão remediadas.
- O PSD só tem a perder com estes casos como os de Seabra e Menezes. Vão agora arrastar-se nos tribunais. Se a decisão não lhes for favorável, perdeu-se o tempo de criar novas candidaturas com reais possibilidades de ganhar. Se a decisão lhes for favorável, serão sempre vistos como políticos que contornaram a Lei e a única coisa que pretenderam foi garantir o seu protagonismo e a sua subsistência. Foi por razões semelhantes a estas que Fernando Gomes perdeu a Câmara do Porto.
Em qualquer das hipóteses, em minha opinião, o PSD já perdeu as duas maiores câmaras do País!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Decisão

Declaro que, nos próximos dias (não sei quantos!), me proíbo de efectuar qualquer pagamento.

domingo, 7 de abril de 2013

Despedir pessoas

É esta a solução do Governo para compensar os cortes chumbados pelo Tribunal Constitucional.
E, para os professores, os compromissos do Ministro da Educação "vão à vida" já nas próximas semanas!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

"Apanhar no c*" ou a revelação de quem nos governa (ou)

"Caro Paulo Núncio: queria apenas avisar que, se por acaso, algum senhor da Autoridade Tributária e Aduaneira tentar «fiscalizar-me» à saída de uma loja, um café, um restaurante ou um bordel (quando forem legalizados) com o simpático objectivo de ver se eu pedi factura das despesas realizadas, lhe responderei que, com pena minha pela evidente má criação, terei de lhe pedir para ir tomar no cu".
 
Talvez agora se perceba porque saiu do Governo.
Talvez agora se entenda que só são "yes man" quando lhes convém.
 
Sim, a ideia do Sr. Paulo Núncio não tem pés nem cabeça e só pode acontecer em gente completamente desligada do que é o país real ou de gente que vive para provocar o Zé Pagante.
 
Mas esta coisa de ir apanhar no sítio, vinda de um ex-governante de um governo da mesma cor, é algo que me enjoa.
 
Como dizia o Paulo Bento, não devemos cuspir no prato que já nos sustentou.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

A greve

Não fiz greve.
Confesso que nunca fui muito dado a greves, apesar de a elas já ter aderido. E quando o fiz foi por achar que elas poderiam ter alguma consequência prática.
Tal não me parecia ser o caso desta.

Infelizmente, a greve em Portugal usa-se com demasiada facilidade e por tal motivo perdeu, há muito, o seu verdadeiro significado. O que tem acontecido, e esta não escapou à norma, é que quase todos ganham com ela menos quem a faz e quem com ela vê o seu dia-a-dia afectado. Os sindicatos ganham margem de manobra ou protagonismo. Os partidos que as promovem obtêm, ou julgam que têm, victórias políticas. Os patrões ou o Estado poupam o dinheiro dos grevistas. A comunicação social ganha assunto para notícia.
Acho que já dei para este "peditório", já contribuí o suficiente para que outros (que, talvez, nunca souberam o que era trabalho) se promovessem à custa destas situações.

Para o País, para o drama económico-social em que nos encontramos, esta greve em particular, por mais sucesso em termos de aderentes que tivesse, iria mudar alguma coisa? Sinceramente acho que não. Acho que ela não faria com que nos tirassem menos dinheiro, com que houvesse mais emprego, com que a dívida do país diminuísse ou até com que o Governo caísse (se é que isso era uma coisa boa).
Esta minha posição não é sinónimo de achar que nos devemos resignar ou que acho muito bem o que o actual Governo tem feito. Não! Mas enquanto continuarmos devedores, a coisa não vai mudar. Esquecemos com demasiada facilidade este facto óbvio que implica directamente outra coisa trivial: a nossa autonomia financeira (para não dizer outras) está suspensa.
E já agora, pedindo desculpa aos mais sensíveis, hoje o Ministro Gaspar disse-o no Parlamento (mais uma vez): o nosso problema chama-se dívida e essa dívida não foi este Governo que a contraiu!

Gostava também de referir outro aspecto que me parece de analisar. Quem, neste País e neste momento, teria mais razões para aderir à greve, o funcionalismo público ou o privado?
Se todos vamos apertar (mais) o cinto em 2013, os do privado irão sentir mais. A eles ainda ninguém cortou os subsídios de férias ou de Natal. Aos funcionários públicos e aos pensionistas que auferem rendimentos superiores a 1100€, para além dos subsídios, já desde 2011 que o Estado lhes corta todos os meses cerca de 6% do ordenado (menos aos das excepções, claro está). Então seria lógico que eles aderissem em maior percentagem à greve. Não me parece que tal tenha acontecido.

É certo que este Orçamento vai afectar a todos. É certo que quem não tem emprego ou não vê perspectivas de o ter sofre já muito mais. Entendo a adesão numa perspectiva de protesto, de manifestação ou de descontentamento. Não a entendo, sinceramente, numa perspectiva pragmática, realista.
Talvez seja por isso que o pós-greve se dilua tão ridiculamente no destaque dado à "carga" policial sobre os "manifestantes" (para não chamar o nome às coisas), junto ao Parlamento.
Apesar de a comunicação social ter conseguido ganhar o dia, enviando para o exterior uma imagem daquilo que verdadeiramente não aconteceu, este simples facto revelou que esta greve foi, mais uma vez, apenas instrumento que serviu a muitos mas não a quem a fez.
E, infelizmente, foi só isso!

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Gostava que o Mitt Romney ganhasse!

Não sou Americano, pelo que, talvez não tenha muito sentido fazer palpites.
No entanto, tenho um certo prazer em contrariar a opinião da moda, a opinião dos "entendidos", leia-se gente que gosta de fazer a nossa opinião. A generalidade da comunicação social europeia e, em particular, a portuguesa, anda há meses (talvez anos) a vender-nos o Obama. É o célebre complexo de ser republicano, qualquer coisa de semelhante ao complexo de esquerda em Portugal.
Para ser sincero, não sei qual deles é o melhor, se o Romney ou o Obama! Mas tenho cá um feeling que dava jeito à Europa o Romney. Talvez por isso, ou se calhar porque gostava de ver o sorriso amarelo de muita gente, gostava que o Romney ganhasse!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Dead end!

Chega a ser ridículo pensar como tão facilmente chegamos a um beco sem saída.
Sim, parece-me que ultrapassamos a linha do no return
Um no return para a coligação que (ainda) nos governa.
O que foi dito em público pelo Primeiro Ministro e por Paulo Portas ultrapassou todos os limites imagináveis. O "tudo fazer para levar a bom porto esta coligação" rapidamente desmoronou naquilo que os políticos melhor sabem fazer: esquecer o essencial do seu propósito, isto é, servir o País e os seus cidadãos.
Se é certo que, com excepção de Vitor Gaspar, ninguém acredita na medida da TSU, também é verdade que não se compreende o que andava Paulo Portas a fazer quando ela estava a ser discutida no interior do Governo.  Talvez a preparar aquela viagem ao Brasil por ocasião da 6ª-feira em que Passos Coelho falava ao país. E é admissível o "suspense" até ao Conselho Nacional do CDS? E é admissível dizer que a culpa é do outro? Alertou mas não bloqueou porque isso levaria a que as negociações com a troika dessem para o torto. Então Vitor Gaspar deve ter alguma razão para ter inventado esta experiência da TSU!
A posição de Portas tem um nome: salvar a face ou, talvez neste caso, minimizar os danos.

Pelo meio, assistimos a um grande ajustar de contas. Manuela Ferreira Leite não perdeu a oportunidade. Quem com ferros mata, com ferros morre! A senhora não esqueceu as cicatrizes que tem nas costas e aproveitou para algumas estocadas verdadeiramente inimagináveis! Uma ex-presidente de um partido a apelar à quebra do sentido de voto dos Deputados. Então Dra. Manuela, a senhora não sabe que o Deputado é um mero braço no ar de obediência ao seu partido? Também não era assim no seu tempo?

Do outro lado da barricada começa a cheirar a poder outra vez. Disse, Seguro, que votaria contra e que até uma moção de censura apresentaria. E até apareceu zangado pois o Passos não o consultava, só se limitava a dar-lhe as notícias em cima da hora. Já se esqueceu que o Sócrates nem ao Aníbal passava cavaco. Tenho esperança que passe agora mais tempo a ver os comentários do Marcelo. Talvez aprenda qualquer coisinha!

Triste cenário este!
E que remédio para ele?
De repente, olham todos para Cavaco. Do homem que "raramente tem dúvidas e nunca se engana" espera-se solução para esta salsada. 
É, no mínimo, irónico este apelo salvador a Cavaco por gente de todos os quadrantes.
Por motivos diferentes, é claro.
Uns querem que ele ponha a marca de "inconstitucional" na coisa.
Outros esperam que ele lhes dê oportunidade para irem, já, para o Governo.
Outros ainda querem que ele dê uma vassourada no Passos (e no Portas e no Vitor e no Relvas ...).
E há ainda aqueles que acham que é agora que Cavaco vai tornar realidade um sonho de criança: o bloco central!
E também não esqueço aqueles que vêem aqui a oportunidade para manterem as suas fundações e os seus monopólios na comunicação social. Sim, isto também tem a ver com a RTP. É curioso ver como passaram a comentar os comentadores da nossa praça desde que perceberam que não se viam livres do Relvas enquanto a RTP não fosse privatizada.

Bem, mas então que solução tem isto?
A meu ver há duas hipóteses. Ou demite o Governo ou não demite. Não é difícil prever que não vai demitir. Cavaco acredita na estabilidade e a troika não está para estas brincadeiras de eleições.
Vai manter o Governo em funções, mas vai colocar condições.
Em primeiro lugar, vai obrigar Passos e Portas a fingir que se entendem. Afinal ele, que é Cavaco, conseguiu fingir tanto tempo que se entendia com o Sócrates. E os tempos em que tudo aguentou de Soares, até as presidências abertas! Basta, pois, que sigam o seu exemplo.
Depois vai obrigar Gaspar a inventar qualquer coisa para que a TSU caia rapidamente no esquecimento. Talvez até lhe dê a receita de como o fazer. Mas não se iludam. Continua a ser necessário compensar os subsídios "repostos" pelo Tribunal Constitucional, ou seja, vai ter de existir aumento de impostos e para o mesmo "mexilhão".
Vai dar um tempo a Passos para este salvar a face, isto é, um tempinho até que Gaspar precise de férias e aproveite a ocasião para levar o Álvaro e o Relvas consigo (o "consigo" é só uma força de expressão). Uns meses antes das autárquicas será um bom timing!
E como é que vai obrigar Passos e Portas a fazer isto?
Simples. Basta acenar-lhes com o Governo de iniciativa presidencial (que Cavaco não quer, mas que em último recurso usará para garantir o auxílio económico a Portugal). Não é à toa que António Capucho puxou o assunto para a mesa e há muita gente no PSD e no PS (o Seguro que se cuide) que estará prontinha para avançar!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Os Independentes

Diz o povo que "o que nasce torto tarde ou nunca se endireita".
Este ditado aplica-se que nem uma luva à aventura de Fernando Nobre como Deputado da Nação.
Nasceu torto, pois Nobre nunca encaixou na ideologia do PSD. Nasceu torto, pois a única coisa que o PSD quis, naquele dia em que o anunciou como candidato, foi tirar das primeiras páginas dos jornais o congresso socialista. Como moeda de troca "ofereceu-lhe" a Presidência da Assembleia da República. Sim, foi um negócio. Como negócio parece ser sempre a inclusão de independentes nas listas de Deputados. A pretexto de uma suposta abertura dos partidos à sociedade, "recrutam-se" uns independentes para figurarem como cabeça de cartaz nas listas. E aparecem sempre ilustres independentes dispostos a abdicar da sua independência para vestirem, por uns tempos apenas, as camisolas dos partidos.
Confesso que nunca concordei com a inclusão de independentes nas listas dos partidos. Se são independentes não podem professar a ideologia do partido. Se a professam então tenho dúvidas que sejam independentes.
Que fazer então aos independentes? Impedem-se que sejam Deputados?
Não, deve é alterar-se o sistema político de modo a garantir que possam ser eleitos Deputados e continuar a ser independentes.
Voltando a Fernando Nobre, confesso também que sempre o achei um grande bluff. É daquelas coisas que às vezes acontecem em política (como o PRD, por exemplo). Os descontentes de esquerda, que nunca optariam por Cavaco, coincidiram todos em votar em Nobre. Um acaso, portanto. Mas o homem não interpretou isto assim. Achou que era demasiado importante para ser só Deputado. E a vaidade cegou-lhe a inteligência ao ponto de não ser capaz de, antes de o rejeitarem, ser ele próprio a não querer.
Por isso, não se endireitou. Por isso, renunciou!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O estado em que Sócrates deixa o país

Com base na entrevista de Marques Mendes na TVI, aqui se deixa a verdade dos números (que, ao contrário de Sócrates, não mentem nem se armam em vítimas da sua incompetência e desonestidade).

Défice:
2005 - 5,9%
Agora - 8,6%

Despesa pública total:
2005 - 70 mil milhões de euros
Agora - 84 mil milhões de euros

Despesa das empresas públicas do Estado:
2005 - 118 mil milhões de euros
Agora - 201 mil milhões de euros

Endividamento externo:
2005 - 67,6 por cento do Produto Interno Bruto
Agora - 104 por cento do Produto Interno Bruto

Dívida de cada Português:
2005 - 10 mil euros
Agora - 17 mil euros

Desemprego:
2005 - 420 mil pessoas
Agora - 617 mil pessoas

Esforço fiscal:
2005 - dez por cento acima da média europeia 
Agora - vinte por cento acima da média europeia 

Fonte: Público

No dia 5 de Junho diz BASTA!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Os números negros dos Governos Sócrates: volume de negócios

Índice de volume de negócios no comércio a retalho - corrigido da sazonalidade deflacionado (Base 2005) por Agrupamento do comércio a retalho; Mensal
FONTE: INE, Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho

domingo, 13 de março de 2011

Os números negros dos Governos Sócrates: Taxa de desemprego


Taxa de desemprego (Série 1998 - %) por Local de residência (NUTS - 2002) e Sexo; Trimestral.
FONTE: INE, Inquérito ao Emprego

sábado, 12 de março de 2011

Os números negros dos Governos Sócrates: Perspectiva sobre a situação financeira do agregado familiar

Perspectiva sobre a situação financeira do agregado familiar nos próximos 12 meses (Saldo de respostas extremas); Mensal
FONTE: INE, Inquérito de Conjuntura aos Consumidores

sexta-feira, 11 de março de 2011