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sábado, 7 de dezembro de 2013

O que é que Sá Carneiro tem a ver com esta gente?

"Muito: atacou-os toda a vida".

Pacheco Pereira in PÚBLICO

Vale a pena ler este artigo. Também eu sinto que este não é o "meu" PSD!

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Menezes, Seara e Relvas, três tiros nos pés

A forma como o PSD geriu os casos destes três senhores pode ser considerada um bom exemplo de como não se deve fazer política. Em todos eles há um denominador comum: os interesses individuais e/ou os compromissos assumidos, nomeadamente aquando das eleições para o partido, sobrepõem-se à razão, à competência, ao que deve ser feito e aos interesses do próprio partido.
O caso de Relvas é exemplar. Foi ele quem trabalhou para que Passos fosse eleito líder do PSD. Foi Relvas que "mexeu os cordelinhos" da máquina partidária. Passos devia-lhe isso. Por isso o fez ministro. Por isso o aguentou este tempo todo (embora continue a achar que se a RTP não existisse, o Sr. continuaria a ser ministro e nunca se teria sabido que, afinal, o "Dr" atrás do seu nome não valia).
Nessas mesmas eleições para a liderança do PSD, Menezes coordenou os votos a norte (embora na Concelhia do Porto tenha perdido), ao mesmo tempo que aproveitava para se vingar daqueles que nunca o respeitaram como líder do Partido. Menezes apressou-se a dizer que era candidato ao Porto, colocando a "batata quente" do lado de Passos. Este já há muito que deveria ter dito aos seus correlegionários: "Olhem lá, a gente não concorda com a limitação de mandatos, mas devemos respeitar a Lei. Caso contrário, vamos ser vistos como chicos-espertos que arranjaram uma forma de a contornar".
Não o fez. Talvez por falta de visão política. Talvez porque tinha de alimentar quem o suportava. Talvez porque acreditava que estes senhores dariam votos para ganhar câmaras municipais.
Seja como for, duas coisas são certas:
- O desgaste provocado por Relvas deixou marcas que dificilmente serão remediadas.
- O PSD só tem a perder com estes casos como os de Seabra e Menezes. Vão agora arrastar-se nos tribunais. Se a decisão não lhes for favorável, perdeu-se o tempo de criar novas candidaturas com reais possibilidades de ganhar. Se a decisão lhes for favorável, serão sempre vistos como políticos que contornaram a Lei e a única coisa que pretenderam foi garantir o seu protagonismo e a sua subsistência. Foi por razões semelhantes a estas que Fernando Gomes perdeu a Câmara do Porto.
Em qualquer das hipóteses, em minha opinião, o PSD já perdeu as duas maiores câmaras do País!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Os Independentes

Diz o povo que "o que nasce torto tarde ou nunca se endireita".
Este ditado aplica-se que nem uma luva à aventura de Fernando Nobre como Deputado da Nação.
Nasceu torto, pois Nobre nunca encaixou na ideologia do PSD. Nasceu torto, pois a única coisa que o PSD quis, naquele dia em que o anunciou como candidato, foi tirar das primeiras páginas dos jornais o congresso socialista. Como moeda de troca "ofereceu-lhe" a Presidência da Assembleia da República. Sim, foi um negócio. Como negócio parece ser sempre a inclusão de independentes nas listas de Deputados. A pretexto de uma suposta abertura dos partidos à sociedade, "recrutam-se" uns independentes para figurarem como cabeça de cartaz nas listas. E aparecem sempre ilustres independentes dispostos a abdicar da sua independência para vestirem, por uns tempos apenas, as camisolas dos partidos.
Confesso que nunca concordei com a inclusão de independentes nas listas dos partidos. Se são independentes não podem professar a ideologia do partido. Se a professam então tenho dúvidas que sejam independentes.
Que fazer então aos independentes? Impedem-se que sejam Deputados?
Não, deve é alterar-se o sistema político de modo a garantir que possam ser eleitos Deputados e continuar a ser independentes.
Voltando a Fernando Nobre, confesso também que sempre o achei um grande bluff. É daquelas coisas que às vezes acontecem em política (como o PRD, por exemplo). Os descontentes de esquerda, que nunca optariam por Cavaco, coincidiram todos em votar em Nobre. Um acaso, portanto. Mas o homem não interpretou isto assim. Achou que era demasiado importante para ser só Deputado. E a vaidade cegou-lhe a inteligência ao ponto de não ser capaz de, antes de o rejeitarem, ser ele próprio a não querer.
Por isso, não se endireitou. Por isso, renunciou!

sábado, 27 de março de 2010

O Povo (não) tem sempre razão!

Os senhores que mandam decidiram trocar de marionete.

Já o tinham decidido há muito tempo! Por isso estava tudo muito bem preparado. O palco montado. O discurso escrito. O povo convencido. O protagonista encontrado.

Tudo se consumou e correu como previsto. O País continuará controlado. Os ganhos esperados manter-se-ão. Viva o 4º Poder!

Adeus Sócrates. Viva o novo Sócrates.

Passos ganhou. O PSD vai ganhar (não sei é quando). Portugal Perdeu.

Obrigado Paulo Rangel.

Ao apelo à união feito por aqueles que promoveram a discórdia respondo:

Serei fiel à união. Serei fiel ao PSD. Até porque tudo é preferível ao velho Sócrates.

Mas, manterei as convicções.

E o desejo de um partido (e de um povo) mais capaz de decidir pela sua cabeça.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Quatro razões para votar Rangel

  1. É votar no candidato mais competente para tirar Portugal deste constrangimento permanente em que temos vivido.
  2. É relembrar o PSD de Sá Carneiro.
  3. É devolver o Partido aos militantes, libertando das amarras do aparelho.
  4. É votar no candidato que o PS não quer que ganhe.
Eu voto Paulo Rangel.

terça-feira, 16 de março de 2010

O PS também tem “Lei da Rolha”!

Não é que o assunto seja importante, pelo contrário, é apenas um daqueles pormenores a que se deita mão para desviar a atenção do essencial.
E o essencial aqui foi que o Congresso do PSD foi um excelente momento de política, de intervenção, de debate de ideias, de vivacidade, de oportunidade e, principalmente, de esperança para este Portugal que necessita urgentemente de ser “dessocratizado”.
Por isso e porque se trata de uma medida inócua, sem efeito futuro real, se tivesse estado no congresso não a teria votado favoravelmente.
Não concordando com ela não posso, no entanto, aceitar de bom grado toda esta hipocrisia que sai da boca dos dirigentes do PS e que os jornalistas logo escarrapacham nos jornais. Como estes senhores não tiveram tempo de ler os estatutos do PS eu dou uma ajudinha:

Proposta de Santana Lopes:
“Cessa a inscrição no Partido dos militantes que se apresentem em qualquer acto eleitoral nacional, regional ou local na qualidade de candidatos, mandatários ou apoiantes de candidatura adversária da candidatura apresentada ou apoiada pelo PPD/PSD.”
O que está no Ponto 5. do Artigo 94º dos Estatutos do PS:
“Considera-se igualmente falta grave a que consiste em integrar ou apoiar expressamente listas contrárias à orientação definida pelos órgãos competentes do Partido, inclusivé nos actos eleitorais em que o PS não se faça representar.”

Proposta de Santana Lopes:
“A violação (…) é tipificada como infracção grave, especialmente quando a mesma se consubstanciar na oposição às directrizes do Partido no período de sessenta dias anterior à realização de actos eleitorais nos quais o PSD/PSD apresente ou apoie candidatura.”
O que está no Ponto 4. do Artigo 94º dos Estatutos do PS:
“(…) a pena de expulsão só pode ser aplicada por falta grave, nomeadamente o desrespeito aos princípios programáticos e à linha política do Partido, a inobservância dos Estatutos e Regulamentos e das decisões dos seus órgãos, a violação de compromissos assumidos e em geral a conduta que acarrete sério prejuízo ao prestígio e ao bom nome do Partido.”

Vêem diferenças?

sábado, 13 de março de 2010

Paulo Rangel

Há muito tempo que não escrevo. Por falta de tempo mas também de vontade.
Mas hoje não resisto.
Estou farto de abrir jornais e televisões e de ver como, de um modo descarado, nos impingem quem querem.
Durante 4 anos o Sócrates era o melhor do mundo. A Manuela só dizia asneiras. Era da idade, proclamavam!
Hoje percebemos a falta de VERDADE das pessoas que nos têm governado e ficamos atónitos com o seu despudor, a sua falta de ética e até de moral. Questionamos mesmo se ainda existe a palavra “consciência” no dicionário.
Amanhã e durante muito tempo sentiremos na pele o aperto de um salário que cobrirá menos dias de cada mês.
Nada que não pudéssemos ter previsto antes de Julho de 2009.

Vem isto a propósito das eleições do PSD.
Sou militante deste partido e não aceito a manipulação jornalística a que tenho vindo a assistir. Querem meter-nos o Passos Coelho pelos olhos dentro. Até faz lembrar o que nos fizeram com o Sócrates. Às vezes até penso que devem ter contratado as mesmas agências!

Não!

Quem decide são os militantes.
E os militantes não são os jornalistas. Nem os interesses instalados. Nem os socialistas. E muito menos os senhores do aparelho do PSD!
Os militantes somos nós, aqueles que só aparecemos nos discursos de circunstância quando convém chamar-nos de “militantes anónimos” ou de “simples militantes”.
Aqueles que sentimos a alma deste partido.
Aqueles que vibramos com as palavras de Sá Carneiro.
Aqueles que percebemos a razão desta súbita chamada ao pedestal do Passos Coelho.
Como dizia o Lobo Xavier citando Adriano Moreira: “desconfiai quando os vossos adversários vos elogiarem”.
E, curiosamente, dos 4 candidatos só um é que não tem virtudes: Paulo Rangel.

É este que terá o meu voto no dia 26!